O Menino do Parque
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Retorno ao Blog (ou, pincelada sobre os últimos junhos)
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Faz tempo que não te escrevo, não é verdade? Novembro de 2016, junho de 2016, algo em 15, 14, 13, mas de verdade desde o já longínquo 2012 n...
La Délicatesse
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Chove, é novembro, 17. Toco nas teclas feito em máquina de datilografar Dois enters, Na sala da república assisto a um filme no...
Poema em construção
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E amar, você me ama? Quem ama não tem dúvidas, Tenho dúvidas, Se voltarei a escrever, Primeiro julho sem o festival? Findou...
O Nono Festival
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Mesmo que me sinta perdido a andar por ali sozinho sem saber o que fazer, o que dizer, ou qual o melhor jeito de sentar... Ela corrigiu m...
Minhas Férias
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Que seja abençoado pela luz das sete capelas e da oitava. Viver, morrer, voltar a viver e crescer sempre, crescer e crescer até que cordeir...
Feliz
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Que estou feliz, é o que vim escrever. E daria milênios a infinitos textos, bilhões de páginas, tempo infinito... Mas ainda não se conse...
As ruas do distrito
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Frio de rigoroso inverno. Um coral de crianças na casa do lago, acho que a canção era em italiano. Mas bem diferente da “Tarantella” que ...
Papo de perdedor?!
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E foi assim, termina o semestre sem que eu tenha obtido resposta de 42 empresas nas quais me inscrevi em processos seletivos de estágio no ...
Uma nova jornada
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Sabe aquela sensação de voltar para casa após sete anos? Não, talvez não a conheça, mas talvez a consiga imaginar. Quando ...
Uma Rua Deserta e Anjos de Natal
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Uma rua deserta e anjos de natal é o que restou? Madrugada de 30 de novembro e eu não tenho pensamentos. Queria que as palavras fossem mág...
Sobre muitas coisas da vida. Vida, dias perfeitos.
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Começo a contar esta história em uma tarde de dia útil, foi uma terça ou quarta-feira há algumas semanas, quando caminhava em direção a...
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