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Prefácio, parte II

   Caríssimos, embora não tenha realizado tantas viagens, ainda assim, creio que será muito difícil dizer quando esta história começa.
   Dizem que, certa vez, houve grande fenômeno e que, por conseguinte havia apenas um homem vivo por toda a região e uma mulher deitada sobre suas costelas, a qual renasceu. Disso, a crença, por muito tempo, de que teriam sido os primeiros da humanidade. Embora lá, no extremo oriente, onde essa história não tem, a princípio, tão próxima relação, outros já caminhavam, guerriavam e amavam.
   Dizem também que um dilúvio reiniciou a vida na região, de uma forma ou de outra, a humanidade conseguiu se reerguer e se apresentar como a conhecemos hoje (e haja visto que a parte menos difícil é conhecer por observação o hoje, o que talvez não implique em correto conhecimento).
  
   Peço, pois, perdão aos senhores, contudo iniciarei essa história no ano de 1914 com o assassinato de Francisco Ferdinando arquiduque do Império Austro-Húngaro.  No tempo devido, tratarei de Septimus (imagem), não isentando este texto de seu início, ou, ao menos, do que foi salvo dentre os primeiros episódios

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